4º Fórum dos Filhos Adotivos do Brasil /no dia 25 de maio /2010 (terça-feira), data que se comemora o “Dia Nacional da Adoção”
A Associação Filhos Adotivos do Brasil promove no dia 25 de maio (terça-feira), data que se comemora o “Dia Nacional da Adoção”, o 4º Fórum dos Filhos Adotivos do Brasil.
O evento acontece no Sesc, em Porto Alegre, a partir das 20h.
É destinado para pais e filhos adotivos, além de juízes, advogados, psicólogos, estudantes e a comunidade em geral.

Assuntos como o direito do filho adotivo ter informações sobre a sua documentação e dados da família biológica serão abordados pelo advogado Rodimar Silva.
Também a antropóloga Claudia Fonseca e a psicopedagoga Elis Regina, explanarão a real importância da busca biológica do filho adotivo, como tratar a situação e lidar com estes caminhos.

Já o presidente da Associação, Ricardo Fischer, falará de como combater o preconceito e a discriminação do filho adotivo, e ainda, de como trabalhar a rejeição.
E para encerrar as palestras da noite, a psicopedagoga Ana Fischer ressaltará o curso de capacitação para pais adotivos: a importância da preparação para a adoção tanto para pessoas que já adotaram como para as que pretender realizar o ato.

Em seguida acontecerá o debate livre entre todos os participantes, no intuito de colaborar para mudar os conceitos da adoção, bem como o preconceito e a discriminação do filho adotivo.

Para participar faça a sua reserva até o dia 23 de maio, pelo telefone 51 8415 5225, com o presidente da Associação, Ricardo Fischer.
Mais informações no site: www.filhosadotivosdobrasil.com.br

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Comentário de ORÁCULO DO DELFUS em 9 março 2011 às 0:58

pois é ... por mais q tenhamos boa vontade ... por mais q haja a conscientização ...

antes d mais nd certas famílias ou pais separadamente deveriam ficar confinados pelo menos 1 ano dtr d um orfanato prestando serviços voluntariados p/ saber se realmente teriam condições d adotar ...

 

brasileiro ñ tem condições alguma d adoção ... organizações tb ñ tem condições alguma d sequer dar adoção!

 

haja visto q primeiramente visam a conta bancária do favorecido ...

 

[:x]

 

brasileiro ñ sabe nem cuidar d cães, d bichos d estimação.

 

ao menor sinal d trabalho abandonam seu animais ou qdo muito colocam p/ adoção!

 

e outros; qdo vêem a situação e raro alguém ajudar, recolher, tratar ... dar comida ...

 

quem dirá ADOTAR UMA CRIANÇA !

 

REFORMULEM OS CONCEITOS P/ ADOÇÃO!

 

DEIXEM OS ANOS À FIO INVESTIGANDO A FAMÍLIA, AS BRIGAS, OS ALTOS E BAIXOS E COLOQUEM ESTES PAIS; FUTUROS ADOTANTES DTR D UM ORFANATO, NUMA ESCOLA PÚBLICA, FAÇAM LIMPAR COCO D FRALDAS D FILHOS ALHEIOS, CONVERSAR, ENTENDER ...

 

APOSTO Q 40% SERÃO DESCARTADOS!

 

 

 

Comentário de ORÁCULO DO DELFUS em 9 março 2011 às 0:52

Adoção "à brasileira"e suas consequências

Adoção à brasileira acaba em indenização para criança

Decisão da 2ª Vara Cível de Ariquemes determina que pais adotivos paguem indenização de 25 mil reais e pensão alimentícia de 70% do salário mínimo a criança de 9 anos que foi abandonada pelos mesmos depois de oito anos de convivência como filho.
O juiz Danilo Augusto Kanthack Paccini entendeu que os pais agiram de má fé ao adotar a criança à brasileira, ou seja, buscaram o recém nascido diretamente com a mãe sem passar pelos meios legais, como exige a lei de adoção.
Quando a criança fez sete anos, simplesmente desistiram de mantê-la na família, o que acarretou sérios transtornos emocionais para ela.

O caso tem contornos dramáticos para a criança, que está abrigada desde que os pais adotivos a entregaram ao Estado. Segundo apurou o Ministério Público, autor da ação, os problemas começaram quando a escola em que a criança estudava exigiu o registro de nascimento.
Até os sete anos o casal não tinha feito o documento. Apesar da criança ter recebido o mesmo nome do pai do adotivo, o registro acabou saindo com o sobrenome da mãe natural, uma vizinha do casal, que à época do nascimento do bebê não tinha condições de criá-lo.

Ao invés de assumir a criança, os pais adotivos preferiram revelar que ela tinha outra mãe, situação que gerou vários conflitos.
Além disso, laudo psicológico emitido por profissional solicitado por juízo, demonstrou que a criança tinha hiperatividade e poderia facilmente ser tratada com acompanhamento de psicólogo, porém a família não se interessou em levá-la.

Vários outros fatos citados no processo demonstram o abandono dos pais adotivos.
Eles teriam devolvido a criança à mãe natural, que fugia para a antiga casa recusando-se a aceitar a nova condição.
Antes, tratado como filho perante a comunidade de Monte Negro, onde a família vivia, passou a ser encarado como problema.
Em depoimento, a mãe adotiva chegou a declarar que depois que a criança conheceu a família natural seu comportamento piorou muito e que atualmente ela não tem mais respeito e não os reconhece mais como pai e mãe, por isso acredita que o abrigamento será melhor para todos.


Por outro lado, o Conselho tutelar de Monte Negro relata confidência da criança sobre ameaça dos pais.
Eles teriam dito ser o último dia que ficariam com ele e se por acaso voltasse para casa "iriam espancá-lo todos os dias".

Para o juiz que julgou o caso, "os pais lidaram com a criança como se fosse um animal de estimação.
Quando deixou de realizar os truques que acreditavam ter lhe ensinado simplesmente o abandonaram".
O magistrado destacou ainda que as atitudes dos pais não deixam dúvidas sobre a ilegalidade da conduta, iniciada com o acolhimento do menor sem a preocupação com a legislação vigente, seguida de sua manutenção no seio da família, na qualidade de filho, por 08 anos sem a regularização da situação de fato e, por último, a forma como foi enjeitado.

Diante da situação, determinou a indenização por danos morais, comprovados mediante laudos psicológicos e pensão alimentícia até que a criança e encontre uma nova família ou complete maioridade.

FONTE
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