DIA NACIONAL DA ADOÇÃO - filho adotivo não vem de fora... vem de dentro... do coração.


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Comentário de Salete Alves de Sousa em 27 maio 2011 às 23:06

Muito ótima esta campanha,um filho adotivo também é um presente muito maravilhoso de Deus!

Quem puder adotar com certeza não irá se arrepender nunca o amor se torna tão enorme quando o biológico.

Parabéns,Casé Fortes,isto é muito maravilhoso!

Comentário de Carlos José e Silva Fortes em 25 maio 2011 às 23:41
Comentário de Carlos José e Silva Fortes em 25 maio 2011 às 10:58
Em 1996, representantes dos 14 Grupos de Apoio à Adoção existentes no Brasil se reuniram em Rio Claro, interior de São Paulo, no I Encontro Nacional de Associações e Grupos de Apoio à Adoção, nos dias 24 e 25 de maio.
Na ocasião, os grupos elegeram o dia 25 de maio como o Dia Nacional da Adoção. Seis anos depois, o projeto de lei foi sancionado pelo Presidente Fernando Henrique Cardoso.
Nasceu assim, oficialmente, o DIA NACIONAL DA ADOÇÃO.

A adoção é uma experiência humana que demanda de todos os envolvidos, em suas múltiplas expressões, uma abertura permanente para o debate, para o estudo, para a troca de idéias e de experiências.

Os mitos precisam ser enfrentados e as verdades melhor compreendidas pelo conjunto da sociedade. Entendida como um direito da criança que perdeu a proteção de seus pais biológicos de ter uma família, a adoção é um processo que necessita de aperfeiçoamento contínuo em todas as suas etapas.
Necessita, também, de uma rede de apoio permanente, a fim de que pais e filhos adotivos não se sintam sozinhos na sua experiência particular de família constituída pelos laços do afeto e não pelos laços de sangue.
O principal entrave para solucionar o problema da adoção no Brasil não está exclusivamente na demora do poder Judiciário.
A maioria das pessoas cadastradas deseja uma criança sem ter problemas de saúde, da cor branca, do sexo feminino e recém nascida.
A Justiça encontra dificuldade para encaixar os casos com idades acima de oito anos, do sexo masculino, morenas, mulatas ou negras, pertencente a grupo de até quatro irmãos.
Sem dúvida, a adoção de uma criança maior reserva desafios ousados e um leque de possibilidades de satisfação, desde que a família possa ter a retaguarda pedagógica na troca de experiências dentro da participação em Grupos de Apoio à Adoção.
É importante lembrar que "A adoção não é a última maneira de se ter um filho, mas sim, outra forma de ser pai, de ser mãe".
Vamos sensibilizar a sociedade para essa formar de AMAR!

 

Gustavo Rodrigues Leite

Promotor de Justiça Coordenador

Coordenadoria Regional das Promotorias de Justiça da Infância e da Juventude

Macrorregião do Vale do Rio Doce - CRIJ/RIODOCE

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