LEIA O CASO

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Procuradora Vera Lúcia Sant´Anna Gomes será indiciada por crime de ...


A procuradora Vera Lúcia Santana Gomes, de 57 anos, foi indiciada por tortura e racismo, na tarde desta quinta-feira, pela 13ª DP(Copacabana).

A procuradora negou que tenha agredido à filha adotiva.
Ela apenas confessou em depoimento à delegada titular da 13ª DP, Monique Vidal, que chamou sua filha de "cachorrinha", fato que para ela não teria problema algum já que gosta muito de cachorro.

A procuradora aposentada saiu da delegacia debaixo de gritos de "bruxa", "vai bater em gente grande" e "covarde".
Alguma pessoas exibiam cartazes com frases do tipo:
"Se fosse com minha filha você ia ver".
Alguns manifestantes tentaram bater em Vera Lúcia com guarda-chuvas.
A prisão preventiva da procuradora deverá ser pedida nos próximos dias.

A procuradora vai responder por racismo já que falava para suas empregadas domésticas que elas faziam um serviço de "preto".

Com a ingenuidade de seus 2 anos, a menina T. relatou a membros do Conselho Tutelar da Zona Sul e do Ministério Público Estadual como surgiram as marcas de espancamento em seu corpo.
Ela é filha adotiva da procuradora de Justiça aposentada Vera Lúcia de Santana Gomes, de 57 anos, acusada de agredir a garota dia 15, em seu apartamento, em Ipanema.

O caso foi registrado na 13ª DP (Copacabana) como maus-tratos.
Mas não está descartada a hipótese de a procuradora responder por tortura.
“Recebi um relatório sobre o caso na semana passada e encaminhei para a 4ª Promotoria de Investigação Penal porque, como a procuradora é aposentada, não tem mais foro privilegiado”, afirmou o procurador-geral de Justiça, Cláudio Lopes.

Quatro ex-funcionários da procuradora já prestaram depoimento na Vara da Infância e Juventude e do Idoso e confirmaram as agressões.
O primeiro a denunciar o caso foi um ex-motorista de Vera Lúcia, que procurou o Conselho Tutelar.
No dia 15, uma equipe do órgão, acompanhada de uma juíza, uma promotora e oficial de Justiça, foram à casa da procuradora.
Machucada, T. foi levada para o Hospital Miguel Couto, na Gávea.

Lá, os médicos constaram luxações e hematomas, principalmente nos olhos, face e cabeça.
Por ordem da Justiça, a procuradora perdeu a guarda provisória da menina e foi suspenso o pedido de adoção definitiva.
T. foi transferida para um abrigo, na Zona Sul, onde recebe assistência psicológica.

“A menina foi encontrada em péssimas condições.
Muito machucada e assustada.
A cena era chocante, mesmo para quem estar acostumado a lidar com esse tipo de situação”, afirmou um dos profissionais que foram ao apartamento.

T. foi morar em Ipanema com a procuradora em 12 de março.
Desde então, segundo os depoimentos dos ex-funcionários à Justiça e à polícia, a menina começou a sofrer as agressões.
Revoltados e submetidos a ameaças da procuradora, eles pediram demissão.
“Já não aguentava mais”, revelou uma ex-empregada doméstica da procuradora.

Segundo ela, na Sexta-feira Santa, a garota apanhou porque não cumprimentou, com formalidade, um amigo da mãe adotiva.
“Nesse dia, fui para o meu quarto e comecei a chorar.
Não podia fazer nada.
Era proibida até de sair de casa”, revelou.
Outra ex-empregada relatou mais violência:
“A menina não queria comer.
Como ela não tinha paciência, esmurrava a cabeça e rosto da garotinha.
Teve até um dia em que ela trancou a T. no quarto sozinha”.
Apesar de ter apenas 2 anos, a vida de T. nunca foi fácil.
Abandonada duas vezes pela mãe biológica, a menina morou em abrigos quase todo o seu tempo de vida e há dois meses passou a receber as visitas da procuradora, depois de autorização da Justiça.
Carinhosa, T. rapidamente se afeiçoou a Vera Lúcia, a quem já chamava de mãe.
O novo lar confortável e a nova mãe pareciam ser perfeitos.

Para conseguir a guarda provisória de menina, a procuradora passou por um rigoroso e longo processo.
Durante um ano, ela participou de reuniões mensais com membros do Conselho Tutelar e profissionais da Vara da Infância, da Juventude e do Idoso, passou por avaliação psicológica e por uma pesquisa social até, finalmente, obter a habilitação para adoção, quando o juiz autoriza o candidato a ter visitas com a criança.

“Ela passou por todas as etapas e foi considerada apta.
O que aconteceu foi um choque para todos.
O processo de adoção tem que ser por amor e não por ver a criança como uma mercadoria que você pega da prateleira para experimentar.
Mais de 90% dos casos são bem sucedidos.
O pior desse caso é que tinha um casal também habilitado e muito interessado pela menina”, disse a magistrada Ivone Ferreira Caetano.
Há na vara 800 pessoas inscritas para adotar uma criança.
E MAIS ...
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Procuradora teria feito denúncias falsas para adotar outro bebê

História começou em 2008, quando mãe desistiu de entregar criança.
Inquérito sobre denunciação caluniosa, no entanto, foi arquivado.

A procuradora aposentada Vera Lúcia Sant’Anna Gomes, acusada de torturar sua filha adotiva de dois anos, já teria feito na polícia denúncias falsas para tentar tirar o bebê de uma mãe que desistiu de dar a filha recém-nascida para adoção.

A história começou em 2008.

Uma moça estava grávida e pretendia dar o bebê.

“Eu estava com dificuldades, sem trabalhar, e meu marido também.

A gente decidiu”, diz a mãe.

Foi a dona de casa Valéria Lima de Morais quem procurou uma família para adotar o bebê.

“Eu perguntei ao meu massoterapeuta se ele não conhecia alguém que quisesse adotar, mas que tratasse bem.

Ele indicou a doutora Vera Lúcia Sant’Anna Gomes e disse que ela realmente procurava, que ela criava cachorros e gatos e adorava crianças”, diz Valéria.

“Estava mesmo decidido que ela adotaria minha filha de verdade.

Foi quando a menina adoeceu.

Ela passou uma semana no hospital e eu me apeguei.

Então, decidi não entregar mais minha filha”, conta a mãe.

Segundo Valéria, no dia seguinte à alta da criança, a procuradora foi ao hospital e teria tirado toda a doação que tinha feito de roupas, fraldas e lençóis para o bebê.

“Mandou que a enfermeira tirasse a roupa e a fralda do bebê e deixou o bebê totalmente nu”, diz Valéria.

Não demorou muito para Valéria e a mãe do bebê voltarem a ter notícias da doutora Vera Lúcia.

“Eu estava na praia quando a minha empregada me ligou dizendo que havia dois policiais na minha porta com uma ordem de prisão para mim”, conta Valéria.

“Passados uns dias, policiais foram à minha casa”, diz a mãe do bebê.

Segundo Maria Aparecida Mallet, ex-titular da Delegacia de Criança e Adolescente Vítima do Rio, chegou às suas mãos uma denúncia numa carta, manuscrita pela procuradora, com aproximadamente 30 ou 40 páginas.

“Foi quando a delegada me informou que a denúncia era de que eu fazia tráfico de órgãos, era pedófila e vendia crianças para pedofilia”, relata Valéria.

“Começamos a investigar e percebemos que não era bem isso.

Na verdade, essa denúncia poderia ser uma manobra dela para ter a criança mediante uma fachada de legalidade.

Para que a polícia pedisse uma busca e apreensão da criança e então fizesse a parte dela, que era solicitar a posse e guarda provisória da criança”, diz a delegada Maria Aparecida.

Desequilíbrio emocional

A investigação concluiu que as denúncias eram falsas.

Um documento com esse resultado e com o relato da tentativa frustrada da procuradora de ficar com o bebê foi entregue à Justiça.

“Foi encaminhado cópia de todo o procedimento, de toda a investigação, de todo o apuratório, ao Juizado da Infância e da Juventude, bem como ao Conselho Tutelar”, afirma a delegada Maria Aparecida.

No relatório final, há uma frase do massoterapeuta que confirmou a história, mas não quis gravar entrevista.

Ele diz que a doutora Vera Lúcia estava em desequilíbrio emocional extremo.

“Se a Vara da Infância e da Juventude sabia disso, como deixou ela pegar uma criança?”, pergunta Valéria.

A juíza que concedeu à procuradora a guarda provisória da criança de 2 anos diz que se baseou em laudos que indicavam que ela era uma pessoa apta para a adoção.

“Não é só a avaliação da minha vara.

Há também a avaliação dos profissionais da instituição de abrigo.

E todos foram unânimes em dizer que ela era uma pessoa apta a fazer aquela adoção”, alega Ivone Ferreira Caetano, juíza titular da Vara de Infância e Juventude do Rio de Janeiro.

A mãe que desistiu da adoção na última hora reconheceu a procuradora na televisão.

“Eu coloquei minha filha no lugar daquela criança.

Era minha filha que estaria lá”, diz Valéria.

Procuradora nunca foi investigada

A procuradora Vera Lúcia teria cometido um crime de denunciação caluniosa, que dá entre dois e oito anos de prisão.

Mas a delegada foi transferida, o inquérito, arquivado, e a procuradora nunca foi investigada.

Na sexta-feira (30), a polícia encaminhou ao Ministério Público pedido de prisão preventiva de Vera Lúcia Sant’Anna Gomes por racismo contra as duas empregadas, que depois a denunciaram, e por tortura contra a menina de dois anos.

O Fantástico procurou a procuradora por meio de seu advogado e por três dias ele se negou a comentar as novas denúncias e diz que não sabe onde ela está.

A Justiça deve decidir na próxima semana sobre a prisão preventiva da procuradora.

“Ficou constatada a multiplicidade das lesões.

As lesões ocorreram em datas diferentes, em um período de 30 dias.

Elas ocorreram diversas vezes, por meio cruel”, diz a delegada Monique Vidal.

É REVOLTANTE!!!
E D NOVO ME PERGUNTO > QUEM FALHOU?

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